terça-feira, 4 de outubro de 2016

Poesias de gaveta




Coletânea de textos (poemas, haicais e letras de música) escritos entre 01/2010 e 09/2016, não publicados nos livros anteriores.

Para adquiri-lo, clique aqui.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

O mar dentro da concha



Nada melhor do que ter uma musa inspiradora para escrever.

Essas poesias surgiram de conversas despretensiosas e o poeta e a musa nem imaginavam a proporção que poderiam tomar.

Bem, chegaram até aqui, este singelo livro que, apesar de ser algo pessoal, carrega forte conteúdo poético.

As poesias foram escritas entre fevereiro e agosto de 2015.

Todas dedicadas à musa, mais que inspiradora.


... É como a mágica que acontece
nas trocas de cartas entre amantes
que aproxima suas mãos através do papel perfumado
Como a foto que vive na carteira
ícone que ameniza a ausência
Como a pequena concha deitada na areia
que ao pé do ouvido ruge
porque dentro de si carrega o mar...


Trecho do poema “O mar dentro da concha”
AB


Um livro singelo, impresso apenas dois exemplares.


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A Psicoautoantropofagia da Vida Cotidiana





Nessa ressaca nada me adoça
A substância negra é que me consome
E tento aliviar a minha fossa
em latas de coca, sem teu nome


Assuntos simples, que nos ocorrem e recorrem diariamente, sobre quase tudo o que nos cerca: a comida, o ego, a cidade, os relacionamentos interpessoais, o trabalho, o amor, a morte... Tudo pode ser tema, desde que de alguma forma atinja o autor, seja ela física ou psíquica.
A mente, que geralmente não nos mente, é constantemente inquieta, mas poucas vezes paramos para pensar sobre os acontecimentos cotidianos, corriqueiros. Agimos de maneira automática, fazendo tudo de forma quase que robotizada, sem o mínimo de questionamento sobre a ação em si, sobre o objeto de contato, sobre a relação “ser” versus “mundo”.  
De forma simples e poética, o autor expõe suas ideias e inquietações, na tentativa de digeri-las, sem muitos engasgos, e de engoli-las, de maneira satisfatória.

A Psicoautoantropofagia da Vida Cotidiana é um convite à reflexão de assuntos tidos como banais, mas que fazem parte do nosso dia a dia e que formam a nossa visão de mundo.

Para adquirir o livro, entre em contato: andre.al.braga@gmail.com 

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Poemas Errados (dias intranquilos)




O primeiro livro deste poeta, Poemas Errados (dias intranqüilos), nos faz transitar por diferentes temas: política, educação, amor, tempo, amizade, dor, sexo, felicidade. Se os poemas estão “errados” ou “certos” não me permito opinar. Sei que me agradam. A intranqüilidade sempre me atraiu. Nas poesias de André reconheço essa vontade de desvelar os olhos para o que nos inquieta, nos faz desesperar, buscar, como o autor diz, a felicidade possível, ainda que clandestina.

Tatiana Amendola Sanches

Professora, Cientista Social
Mestre em Comunicação e Cultura




Leia alguns dos poemas:
Eu Poeta
Tempo
Sexta da paixão
A Verdade
Em diante
Carrapato

Crônica
O Teatro e a Vida




Como adquirir o livro:



Entre em contato pelo e-mail andre.al.braga@gmail.com. O pagamento é feito por depósito bancário e o livro é enviado (autografado) pelo correio.




O livro está disponível para leitura nas bibliotecas:

Av. Paulista, 37

Av. Cruzeiro do Sul, 2630 - Santana

Av. São João, 473 - Centro

Todas em São Paulo/SP



André Alves Braga

Poemas Errados (dias intranqüilos)
ISBN: 978-85-7718-631-0
164 páginas